Se não bastasse o descaso ambiental, as políticas governamentais de saúde pública são desfocadas, insuficientes e desarticuladas, comprovado pela epidemia de dengue, e tantas outras doenças que assolam o nosso país.
Alguns estados já sofrem com a baixa umidade do ar, que aliada ao forte calor prejudica a saúde de crianças e adultos, principalmente aqueles com problemas respiratórios como asma, bronquite e outras doenças que se agravam nestas épocas do ano.
Algumas regiões sofrem mais do que outras com esta baixa umidade do ar, por isso técnicas como colocar uma bacia com água dentro do quarto, estender uma toalha molhada na cabeceira da cama, vestir roupas leves, tomar bastante água são medidas necessárias para amenizar este sério problema.
Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é aconselhável, pois a água ficando acumulada nos cantos e frestas pode causar desenvolvimento de fungos e aparecimento de pequenos insetos.
Além de dificuldades respiratórias, boca, garganta e olhos ficam secos e pessoas que fazem uso de lentes de contato sofrem ainda mais.
Um equipamento que está fazendo parte cada vez mais dos lares, nesta época de clima seco é o aparelho umidificante de ambiente, que apresenta algumas características que fazem dele uma boa opção para solucionar este problema, principalmente a noite, mas durante o dia ele pode ser colocado na cozinha ou na sala, onde as pessoas da casa se concentram mais, proporcionando uma melhor qualidade de vida a esta família. O aparelho purifica e umidifica o ambiente por longo período e repõe por volta de 50% da umidade.
Com tudo pesquisas apontam que oxido nitrico pode ajudar também em problemas respiratórios ajudando com pequenas quantidades a prevenir a diplasia bronco-pulmonar, uma doença muito comum em bebés nascidos abaixo do peso normal. A administração de óxido nítrico, através de inalação, reduziu para metade o risco de problemas pulmonares em bebés, assim como potenciais lesões cerebrais.
O artigo do “New England Journal of Medicine" relata ainda um outro estudo com 582 bebés nascidos no Hospital Infantil de Filadélfia: após 36 semanas, 44 por cento dos que receberam tratamento por óxido nítrico estavam livres da displasia broncopulmonar.
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