A baixa umidade do ar e o calor, são apenas alguns prejuízos que a humanidade tem e continuará a ter, pelo que tudo indica, isso se ações importantes não forem tomadas para começar a amenizar as fortes alterações climáticas que a cada ano se tornam mais evidentes e conseqüentemente mais danosas aos seres humanos, os resultados brevemente poderão não ser mais momentâneos, passando a ser persistentes e duradouros.
Por tais motivos a Planetosfera decidiu procurar os problemas e possiveis soluções que possam ser tomadas para que seja possivel amenizar desde já com os principios de ajuda de cada um.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Problemas respiratórios e algumas soluções
Se não bastasse o descaso ambiental, as políticas governamentais de saúde pública são desfocadas, insuficientes e desarticuladas, comprovado pela epidemia de dengue, e tantas outras doenças que assolam o nosso país.
Alguns estados já sofrem com a baixa umidade do ar, que aliada ao forte calor prejudica a saúde de crianças e adultos, principalmente aqueles com problemas respiratórios como asma, bronquite e outras doenças que se agravam nestas épocas do ano.
Algumas regiões sofrem mais do que outras com esta baixa umidade do ar, por isso técnicas como colocar uma bacia com água dentro do quarto, estender uma toalha molhada na cabeceira da cama, vestir roupas leves, tomar bastante água são medidas necessárias para amenizar este sério problema.
Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é aconselhável, pois a água ficando acumulada nos cantos e frestas pode causar desenvolvimento de fungos e aparecimento de pequenos insetos.
Além de dificuldades respiratórias, boca, garganta e olhos ficam secos e pessoas que fazem uso de lentes de contato sofrem ainda mais.
Um equipamento que está fazendo parte cada vez mais dos lares, nesta época de clima seco é o aparelho umidificante de ambiente, que apresenta algumas características que fazem dele uma boa opção para solucionar este problema, principalmente a noite, mas durante o dia ele pode ser colocado na cozinha ou na sala, onde as pessoas da casa se concentram mais, proporcionando uma melhor qualidade de vida a esta família. O aparelho purifica e umidifica o ambiente por longo período e repõe por volta de 50% da umidade.
Com tudo pesquisas apontam que oxido nitrico pode ajudar também em problemas respiratórios ajudando com pequenas quantidades a prevenir a diplasia bronco-pulmonar, uma doença muito comum em bebés nascidos abaixo do peso normal. A administração de óxido nítrico, através de inalação, reduziu para metade o risco de problemas pulmonares em bebés, assim como potenciais lesões cerebrais.
O artigo do “New England Journal of Medicine" relata ainda um outro estudo com 582 bebés nascidos no Hospital Infantil de Filadélfia: após 36 semanas, 44 por cento dos que receberam tratamento por óxido nítrico estavam livres da displasia broncopulmonar.
Alguns estados já sofrem com a baixa umidade do ar, que aliada ao forte calor prejudica a saúde de crianças e adultos, principalmente aqueles com problemas respiratórios como asma, bronquite e outras doenças que se agravam nestas épocas do ano.
Algumas regiões sofrem mais do que outras com esta baixa umidade do ar, por isso técnicas como colocar uma bacia com água dentro do quarto, estender uma toalha molhada na cabeceira da cama, vestir roupas leves, tomar bastante água são medidas necessárias para amenizar este sério problema.
Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é aconselhável, pois a água ficando acumulada nos cantos e frestas pode causar desenvolvimento de fungos e aparecimento de pequenos insetos.
Além de dificuldades respiratórias, boca, garganta e olhos ficam secos e pessoas que fazem uso de lentes de contato sofrem ainda mais.
Um equipamento que está fazendo parte cada vez mais dos lares, nesta época de clima seco é o aparelho umidificante de ambiente, que apresenta algumas características que fazem dele uma boa opção para solucionar este problema, principalmente a noite, mas durante o dia ele pode ser colocado na cozinha ou na sala, onde as pessoas da casa se concentram mais, proporcionando uma melhor qualidade de vida a esta família. O aparelho purifica e umidifica o ambiente por longo período e repõe por volta de 50% da umidade.
Com tudo pesquisas apontam que oxido nitrico pode ajudar também em problemas respiratórios ajudando com pequenas quantidades a prevenir a diplasia bronco-pulmonar, uma doença muito comum em bebés nascidos abaixo do peso normal. A administração de óxido nítrico, através de inalação, reduziu para metade o risco de problemas pulmonares em bebés, assim como potenciais lesões cerebrais.
O artigo do “New England Journal of Medicine" relata ainda um outro estudo com 582 bebés nascidos no Hospital Infantil de Filadélfia: após 36 semanas, 44 por cento dos que receberam tratamento por óxido nítrico estavam livres da displasia broncopulmonar.
Principais doenças respiratórias e as técnicas
As doenças respiratórias são a 3ª causa de mortes no mundo todo, ganhando da AIDS e só perdendo para as doenças cardiovasculares e os derrames.
Dividimos este capítulo em 3 tópicos gerais:
-Infecções respiratórias causadas pelos vírus: resfriado e gripe.
-Infecções respiratórias causadas pelas bactérias: sinusite, bronquite, bronquiolite, pneumonia, meningite, febre reumática, escarlatina, glomerulonefrite, amigdalite, faringite, tuberculose, difteria e (doenças causadas por fungos).
-Doenças respiratórias que não são causadas por microorganismos (alergias respiratórias): rinite alérgica e asma.
-INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS CAUSADAS PELOS VÍRUS. (Como as doenças virais se relacionam com as quatro técnicas naturais).
Essas doenças, a priori, não devem ser tratadas com antibióticos, mas poderão sempre ser prevenidas ou tratadas com as técnicas alternativas, como por exemplo :
-Resfriados e gripes (considerações gerais).
Resfriados e gripes são provocados por vírus que são parasitas intracelulares obrigatórios, isto é, dependem das células vivas para se multiplicarem e são bem menores do que as bactérias.
Os vírus são cerca de cem vezes menores do que as bactérias e não chegam a constituir uma célula como estas. Eles são formados apenas por um ácido nucleico envolto por uma cápsula de proteína e alguns biólogos nem os consideram um ser vivo, pois estes só se comportam como tal quando estão no interior das células.
Os menores vírus medem cerca de 10 a 20 nanômetros (1nm=1 milhão de vezes menor do que 1 milímetro), o que já é um fator facilitador da sua entrada no interior das células das mucosas.
Resfriados e gripes são causados por vírus diferentes, assim, os sintomas que causam no organismo também serão diferentes. A grande maioria dos resfriados é provocada pelos rhinovírus e pelos coronavirus, já a gripe é provocada pelos ortomixovirus da influenza dos tipos A, B ou C, sendo que os do tipo A é que provocam as epidemias e pandemias de gripe.
O rhinovírus (rhis=nariz), o mais comum de todos e responsável pela maioria dos resfriados possui, pelo menos, 115 sorotipos diferentes já identificados na natureza, daí a dificuldade em se produzir uma vacina contra o resfriado. Porém, este vírus confere uma imunidade de mais de dois anos ao organismo e provavelmente, sua ação se restrinja às mucosas das vias aéreas devido ao fato dele crescer melhor a 33°C (temperatura da mucosa), ao invés dos 37°C (temperatura do corpo humano).
Já o coronavirus, responsável por apenas 15% dos resfriados, possui somente dois sorotipos, mas, em compensação, confere uma imunidade de apenas um ano.
Como dissemos, o vírus da gripe possui 3 sorotipos básicos identificados, permitindo, assim, a confecção de vacinas feitas de vírus já mortos e que funcionam como antígenos, provocam a formação de anticorpos (elementos de defesa) no organismo; por isso existem vacinas para a gripe e não para o resfriado.
Dividimos este capítulo em 3 tópicos gerais:
-Infecções respiratórias causadas pelos vírus: resfriado e gripe.
-Infecções respiratórias causadas pelas bactérias: sinusite, bronquite, bronquiolite, pneumonia, meningite, febre reumática, escarlatina, glomerulonefrite, amigdalite, faringite, tuberculose, difteria e (doenças causadas por fungos).
-Doenças respiratórias que não são causadas por microorganismos (alergias respiratórias): rinite alérgica e asma.
-INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS CAUSADAS PELOS VÍRUS. (Como as doenças virais se relacionam com as quatro técnicas naturais).
Essas doenças, a priori, não devem ser tratadas com antibióticos, mas poderão sempre ser prevenidas ou tratadas com as técnicas alternativas, como por exemplo :
-Resfriados e gripes (considerações gerais).
Resfriados e gripes são provocados por vírus que são parasitas intracelulares obrigatórios, isto é, dependem das células vivas para se multiplicarem e são bem menores do que as bactérias.
Os vírus são cerca de cem vezes menores do que as bactérias e não chegam a constituir uma célula como estas. Eles são formados apenas por um ácido nucleico envolto por uma cápsula de proteína e alguns biólogos nem os consideram um ser vivo, pois estes só se comportam como tal quando estão no interior das células.
Os menores vírus medem cerca de 10 a 20 nanômetros (1nm=1 milhão de vezes menor do que 1 milímetro), o que já é um fator facilitador da sua entrada no interior das células das mucosas.
Resfriados e gripes são causados por vírus diferentes, assim, os sintomas que causam no organismo também serão diferentes. A grande maioria dos resfriados é provocada pelos rhinovírus e pelos coronavirus, já a gripe é provocada pelos ortomixovirus da influenza dos tipos A, B ou C, sendo que os do tipo A é que provocam as epidemias e pandemias de gripe.
O rhinovírus (rhis=nariz), o mais comum de todos e responsável pela maioria dos resfriados possui, pelo menos, 115 sorotipos diferentes já identificados na natureza, daí a dificuldade em se produzir uma vacina contra o resfriado. Porém, este vírus confere uma imunidade de mais de dois anos ao organismo e provavelmente, sua ação se restrinja às mucosas das vias aéreas devido ao fato dele crescer melhor a 33°C (temperatura da mucosa), ao invés dos 37°C (temperatura do corpo humano).
Já o coronavirus, responsável por apenas 15% dos resfriados, possui somente dois sorotipos, mas, em compensação, confere uma imunidade de apenas um ano.
Como dissemos, o vírus da gripe possui 3 sorotipos básicos identificados, permitindo, assim, a confecção de vacinas feitas de vírus já mortos e que funcionam como antígenos, provocam a formação de anticorpos (elementos de defesa) no organismo; por isso existem vacinas para a gripe e não para o resfriado.
Os Impactos da poluição do ar na saúde humana
A poluição do ar, é uma grande ameaça a saúde de toda população mundial, sendo fator de risco para as doenças respiratórias agudas e crônicas. Este distúrbio ambiental tem seus efeitos nocivos mais intensamente agravados nos indivíduos de faixa etária inferior a 12 anos de idade (crianças). Desta forma introduziremos uma parte específica referida ao impacto deste tipo de poluição na saúde e desenvolvimento das crianças.
Enquanto, o cigarro e certos poluentes externos (fumaça de carros e de indústrias) são conhecidos como fatores de risco para infecções respiratórias agudas, os poluentes internos (combustíveis sólidos como biomassa) são os maiores contribuintes do aumento das doenças globais. Outrossim, explicitaremos uma separação feita pela Organização Mundial da Saúde, no que se refere aos tipos de poluição do ar e seus efeitos na saúde humana.
Enquanto, o cigarro e certos poluentes externos (fumaça de carros e de indústrias) são conhecidos como fatores de risco para infecções respiratórias agudas, os poluentes internos (combustíveis sólidos como biomassa) são os maiores contribuintes do aumento das doenças globais. Outrossim, explicitaremos uma separação feita pela Organização Mundial da Saúde, no que se refere aos tipos de poluição do ar e seus efeitos na saúde humana.
Os Efeitos da Poluição do Ar na Saúde e Desenvolvimento das Crianças
Várias evidências apontam que a saúde das crianças é afetada negativamente pela poluição do ar. Pesquisas sobre os efeitos deste distúrbio ambiental foram feitos na Europa e conduzidos pela OMS sobre os seguintes pontos:
- Vulnerabilidade infantil à poluição do ar;
- Efeitos da poluição do ar na gravidez;
- Mortalidade infantil;
- Desenvolvimento de disfunções pulmonares, asmas e alergias;
- Desenvolvimento neuro-comportamental.
- Desenvolvimento de câncer na infância.
A vulnerabilidade e suscetibilidade infantil à poluição do ar estão relacionadas às diferenças entre adultos e crianças, ou seja, pulmões em processo de desenvolvimento e crescimento, sistema metabólico incompleto e taxas altas de infecção por patógenos respiratórios.
A exposição do pulmão em desenvolvimento à poluição do ar reduz as capacidades funcionais que as crianças necessitam quando alcançam a maturidade. Isto poderia aumentar a suscetibilidade, no período adulto, aos efeitos do envelhecimento e a infecções a outros poluentes, como o tabaco. Além disso, algumas atividades específicas podem levar as crianças a estarem expostas a um grau maior de poluição, e conseqüentemente obterem uma dosagem maior de poluentes em seus pulmões. Aquelas que recebem uma maior quantidade de poluentes internos (indoor air pollution), como o cigarro, são as que correm os maiores riscos de serem afetadas pelos poluentes externos (outdoor air pollution).
Variações nos genes responsáveis pela proteção ou reparo dos tecidos do corpo humano, podem explicar algumas das variações na suscetibilidade individual e os efeitos diversos dos poluentes na saúde. Indivíduos com doenças crônicas no pulmão, particularmente asma, correm potencialmente um risco maior.
Há evidências que relacionam os poluentes a gravidezes más sucedidas e a mortes de bebês prematuros, porém a existência destas não permite uma identificação precisa dos específicos poluentes e do tempo de exposição dos mesmos.No entanto, as evidências são suficientes para expor a poluição do ar como causa aos efeitos adversos no desenvolvimento dos pulmões. Estudos indicam que a exposição, tanto no período intra-uterino ou de pós-nascimento podem prejudicar o crescimento do pulmão e na idade adulta causar dificuldades no cumprimento das funções deste. O aumento das crises de asma, tosse e bronquite está intimamente ligado a poluição, podendo-se observar que indivíduos que vivem próximos a locais de trânsito intenso, manifestam com freqüências os sintomas da asma.
Alguns metais pesados ou poluentes orgânicos prejudicam o desenvolvimento do sistema nervoso e interferem no comportamento das crianças. A emissão e transporte desses poluentes são um importante ponto da pesquisa para determinar de que maneira elas são afetadas.Os estudos sobre como a poluição aumenta o número de cânceres em crianças e adultos não foram concluídos durante a pesquisa, portanto faltam dados para chegar a conclusões mais precisas.
Existem poucos pesquisadores avaliando os efeitos da redução da poluição do ar na saúde das crianças, mas os estudos iniciais têm demonstrado que a diminuição da exposição aos poluentes reduz o aparecimento de doenças respiratórias, como bronquite e infecções. Esses estudos comprovam que quanto menor o contato com poluentes, melhor será a saúde infantil e, posteriormente, a adulta.
- Vulnerabilidade infantil à poluição do ar;
- Efeitos da poluição do ar na gravidez;
- Mortalidade infantil;
- Desenvolvimento de disfunções pulmonares, asmas e alergias;
- Desenvolvimento neuro-comportamental.
- Desenvolvimento de câncer na infância.
A vulnerabilidade e suscetibilidade infantil à poluição do ar estão relacionadas às diferenças entre adultos e crianças, ou seja, pulmões em processo de desenvolvimento e crescimento, sistema metabólico incompleto e taxas altas de infecção por patógenos respiratórios.
A exposição do pulmão em desenvolvimento à poluição do ar reduz as capacidades funcionais que as crianças necessitam quando alcançam a maturidade. Isto poderia aumentar a suscetibilidade, no período adulto, aos efeitos do envelhecimento e a infecções a outros poluentes, como o tabaco. Além disso, algumas atividades específicas podem levar as crianças a estarem expostas a um grau maior de poluição, e conseqüentemente obterem uma dosagem maior de poluentes em seus pulmões. Aquelas que recebem uma maior quantidade de poluentes internos (indoor air pollution), como o cigarro, são as que correm os maiores riscos de serem afetadas pelos poluentes externos (outdoor air pollution).
Variações nos genes responsáveis pela proteção ou reparo dos tecidos do corpo humano, podem explicar algumas das variações na suscetibilidade individual e os efeitos diversos dos poluentes na saúde. Indivíduos com doenças crônicas no pulmão, particularmente asma, correm potencialmente um risco maior.
Há evidências que relacionam os poluentes a gravidezes más sucedidas e a mortes de bebês prematuros, porém a existência destas não permite uma identificação precisa dos específicos poluentes e do tempo de exposição dos mesmos.No entanto, as evidências são suficientes para expor a poluição do ar como causa aos efeitos adversos no desenvolvimento dos pulmões. Estudos indicam que a exposição, tanto no período intra-uterino ou de pós-nascimento podem prejudicar o crescimento do pulmão e na idade adulta causar dificuldades no cumprimento das funções deste. O aumento das crises de asma, tosse e bronquite está intimamente ligado a poluição, podendo-se observar que indivíduos que vivem próximos a locais de trânsito intenso, manifestam com freqüências os sintomas da asma.
Alguns metais pesados ou poluentes orgânicos prejudicam o desenvolvimento do sistema nervoso e interferem no comportamento das crianças. A emissão e transporte desses poluentes são um importante ponto da pesquisa para determinar de que maneira elas são afetadas.Os estudos sobre como a poluição aumenta o número de cânceres em crianças e adultos não foram concluídos durante a pesquisa, portanto faltam dados para chegar a conclusões mais precisas.
Existem poucos pesquisadores avaliando os efeitos da redução da poluição do ar na saúde das crianças, mas os estudos iniciais têm demonstrado que a diminuição da exposição aos poluentes reduz o aparecimento de doenças respiratórias, como bronquite e infecções. Esses estudos comprovam que quanto menor o contato com poluentes, melhor será a saúde infantil e, posteriormente, a adulta.
Poluição de fora de casa
É conseqüência, em grande parte, da combustão de combustíveis fósseis usados no transporte, na geração de energia e outras atividades humanas. Este processo de combustão produz uma complexa mistura de poluentes que se constitui de emissões primárias, semelhantes a partículas de fuligem de diesel e chumbo, e de produtos de transformação atmosférica, tais como o ozônio e partículas de sulfato formadas a partir da queima de containeres de enxofre.
A outdoor air pollution continua sendo um sério problema nas cidades, particularmente, nas megacidades dos países desenvolvidos e estima-se que um quarto da população mundial está exposta a concentrações insalubres de poluentes. As crianças, principalmente, são os que mais sofrem, devido à imaturidade do seu sistema orgânico respiratório.
A outdoor air pollution continua sendo um sério problema nas cidades, particularmente, nas megacidades dos países desenvolvidos e estima-se que um quarto da população mundial está exposta a concentrações insalubres de poluentes. As crianças, principalmente, são os que mais sofrem, devido à imaturidade do seu sistema orgânico respiratório.
Poluição Interna ou Doméstica do Ar
Milhões de pessoas no mundo ainda dependem de combustíveis sólidos, tais como madeira, resíduos oriundos das atividades agrícolas, carvão, dentre outros. Eles são utilizados na produção de energia para diversas tarefas de uso doméstico.. Cozinhar e aquecer casas com combustíveis sólidos como biomassa (lenha, esterco, palha e outros resíduos vegetais) ou carvão produz altos níveis de fumaça que contêm poluentes que prejudicam a saúde. Existem evidências que comprovam que a poluição doméstica ou interna pode levar a infecções respiratórias agudas em crianças com menos de cinco anos e causar doenças, como obstruções crônicas pulmonares e câncer do pulmão (quando o carvão é utilizado), em adultos.
As infecções respiratórias agudas, a pneumonia em particular, continuam a ser as maiores assassinas de jovens crianças e, também, a causa de dois milhões de mortes anuais. Essas baixas acontecem quase exclusivamente com crianças de países em desenvolvimento.
Segundo a OMS, a poluição no interior das casas é responsável por 2,7% das doenças espalhadas pelo mundo. Visando o combate do aumento do número de casos , a OMS tem tomado medidas para ajudar países em desenvolvimento a criar políticas eficazes nessa área.
Uma maneira encontrada,seria a de dinamizar o processo de pesquisa e avaliação, que visa uma redução no quadro de doenças decorrentes da poluição interna.Este processo pode ser melhorado através do desenvolvimento de uma metodologia harmoniosa, que visa corrigir os erros de programas ineficazes devido a ausência de informação e de evidências contundentes. Se avaliados corretamente, com evidências confiáveis, os projetos podem ser realmente eficazes. Esta metodologia harmoniosa avalia projetos que estão relacionados à:
- Efetividade em produzir níveis inferiores de exposição à poluição nas mulheres e crianças dentro de seus lares.
- Efetividade em reduzir os sintomas das doenças em mulheres e crianças.
- Causar mínima interferência na cultura do país.
As infecções respiratórias agudas, a pneumonia em particular, continuam a ser as maiores assassinas de jovens crianças e, também, a causa de dois milhões de mortes anuais. Essas baixas acontecem quase exclusivamente com crianças de países em desenvolvimento.
Segundo a OMS, a poluição no interior das casas é responsável por 2,7% das doenças espalhadas pelo mundo. Visando o combate do aumento do número de casos , a OMS tem tomado medidas para ajudar países em desenvolvimento a criar políticas eficazes nessa área.
Uma maneira encontrada,seria a de dinamizar o processo de pesquisa e avaliação, que visa uma redução no quadro de doenças decorrentes da poluição interna.Este processo pode ser melhorado através do desenvolvimento de uma metodologia harmoniosa, que visa corrigir os erros de programas ineficazes devido a ausência de informação e de evidências contundentes. Se avaliados corretamente, com evidências confiáveis, os projetos podem ser realmente eficazes. Esta metodologia harmoniosa avalia projetos que estão relacionados à:
- Efetividade em produzir níveis inferiores de exposição à poluição nas mulheres e crianças dentro de seus lares.
- Efetividade em reduzir os sintomas das doenças em mulheres e crianças.
- Causar mínima interferência na cultura do país.
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